Moleskine, 03 de outubro de 2008
Acordei as sete, todo amassado, com um sonho desfeito na cabeça, um gosto de cebola na boca e nenhuma certeza de onde eu estava. Havia um vazio gélido no ar, misturado com uma promessa semi-santa que eu não sabia se podia ignorar. Não sou menino, não sou garoto. Sou homem. Feito e amarfanhado. Cuspido e desgarrado. Com letras estranhas na ponta da caneta.




2 coments:
Como sempre mandando vê na escrita.
Valeu pela contribuição nos microcontos.
Abraços.
Gostei disso.
beijos
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