sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Moleskine, 03 de outubro de 2008

Acordei as sete, todo amassado, com um sonho desfeito na cabeça, um gosto de cebola na boca e nenhuma certeza de onde eu estava. Havia um vazio gélido no ar, misturado com uma promessa semi-santa que eu não sabia se podia ignorar. Não sou menino, não sou garoto. Sou homem. Feito e amarfanhado. Cuspido e desgarrado. Com letras estranhas na ponta da caneta.

2 coments:

Adriano Queiroz disse...

Como sempre mandando vê na escrita.

Valeu pela contribuição nos microcontos.

Abraços.

Lígia Pin disse...

Gostei disso.
beijos